Não tenho outra terra

Leonardo Leizerovith é recém formado guia de turismo em Israel.

Como muitos outros imigrantes, ele deixou o Brasil para seguir seu sonho e trabalhar com o que ama, e onde ama.

O mini documentário “Não tenho outra terra” mostra que cada local não guarda somente um acontecimento histórico. Pelos olhos de Leonardo e pela sua forma de narrar as visitas, é possível ultrapassar o fato, se aprofundar nas entrelinhas e sentir todas as emoções ali guardadas.

Para além de religiões e crenças, Leonardo guia para que todos que visitam o país encontrem significado e sabedoria. E possam leva-los de volta na mala.

Conheçam um pouco mais desse personagem-guia-apaixonado por Israel.

Sinopse por Sara Grunbaum

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=IQm0A-BG6nw]

 

 

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Comentários    ( 9 )

9 Responses to “Não tenho outra terra”

  • Rebeca Daylac

    11/03/2014 at 16:34

    Ricardo e Felipe,

    Parabéns!!! Adorei o mini documentário!!!
    Vocês captaram muito bem a felicidade e o “encontro” do Leo nesta profissão.
    Sucesso para vocês todos ( Ricardo, Felipe e Leonardo)!!!!
    Beijos
    Saudades
    Rebeca

  • Paulinho

    11/03/2014 at 18:28

    Emocionante!
    Parabéns!!
    Só uma preguntinha, quem é o autor da poesia no final?
    Beijos e até breve!

  • Leonardo

    11/03/2014 at 20:36

    O autor da poesia eh Ehud Manor e o texto foi tirado do livro Amor a Terra de Israel. Compilaçao de poesias sobre Israel e suas paisagens.

  • Raul Gottlieb

    11/03/2014 at 21:24

    Gostei do filme. Tem conteúdo e qualidade. Além disso, me fez pensar numa das questões que debatemos com frequência aqui no Conexão. A questão da definição de Israel com um estado judaico.

    Afinal de contas como poderia uma pessoa nascida no Rio de Janeiro (o sotaque do Leonardo me faz supor que seja) dizer que não tem nenhuma outra pátria além de Israel a não ser pelo fato que Israel é o estado do povo judeu.

    Segundo declarou com muita honestidade Mahmoud Abbas a negativa árabe a esta afirmativa repousa no fato de que aceita-la implica em negar a narrativa palestina. Fica implícito em seu discurso que a narrativa palestina nega a ligação histórica e espiritual dos judeus com Eretz Israel.

    Realmente em cada assunto temos vários lados e o de Abbas é um deles. Contudo, o fato de um povo se aferrar a uma narrativa comprovadamente falsa, não torna esta narrativa verdadeira. Cada assunto tem no mínimo dois lados, mas é tranquilamente possível que um dos lados esteja redondamente errado.

    O problema é que existe hoje é uma enorme falta de apetite para o julgamento. A ideia central de muita gente é: “cada caso tem dois lados e não me cabe julgar”. Ora, eu penso que isto é idiota (sendo delicado). Alfaces não julgam, mas seres humanos não são alfaces. Eles têm que sopesar argumentos, se informar e tomar partido.

    Abbas só tem coragem de contar a narrativa dele porque sabe que a maior parte da humanidade vai adotar o princípio “existem dois lados, então cada um tem metade da verdade”. Pela narrativa de Abbas, o Leonardo jamais poderia dizer que não tem outra pátria e cantar seu amor a ela no belo filme deste post.

    Para concluir, recomendo que o Leonardo se informe um pouco mais sobre o cristianismo. Jesus não é um deus e dizer isto pode lhe trazer problemas ao guiar grupos cristãos.

    Ao mesmo tempo, sugiro também que avalie a ideologia de cada religião antes de dizer que todas são humanistas. A vertente do Islã que prega o Califado mundial através da conquista pela espada (e por armas mais modernas) de todo o mundo não pode ser chamado de humanista. Assim como não são humanistas vertentes religiosas que se impõem pela opressão comunitária e desvalorização dos diferentes. Sendo mais claro: afirmar que os judeus têm uma alma especial não é uma característica humanista.

    Abraço, Raul

    • Mario S Nusbaum

      13/03/2014 at 15:28

      “O problema é que existe hoje é uma enorme falta de apetite para o julgamento. A ideia central de muita gente é: “cada caso tem dois lados e não me cabe julgar”.”

      Parabéns Raul! ENORME problema, que leva a verdadeiras tragédias. Com base neste tese absurda, passa-se a relativizar os crimes mais hediondos, prega-se o diálogo com terroristas e a pior espécie de bandidos (como se eles tivessem interesse em dialogar!)

      “existem dois lados, então cada um tem metade da verdade”
      Lembra a história do juiz que se declarava imparcial entre a justiça e a injustiça.

      “Jesus não é um deus”
      Está muito longe de ser um assunto que conheço a fundo, mas tenho a impressão de que é sim. Pai, filho e Espírito Santo são três em um só.

      “A Trindade é a doutrina onde só existe um Deus em toda a existência. Esse único Deus existe como três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Eles não são três deuses, são um só. Cada um é uma pessoa separada, mas cada um é, em sua essência, divino por natureza.
      Uma analogia próxima à Trindade pode ser encontrada olhando para o conceito de tempo. Tempo pode ser passado, presente e futuro. Existem três aspectos, ou partes do tempo. Isso não significa que existem três ‘tempos’, só existe um. Cada parte é separada, mas ao mesmo tempo compartilha a mesma natureza, ou essência. De uma forma similar, a Trindade consiste em três pessoas separadas que compartilham a mesma natureza.”

      E por favor Raul, não me peça para explicar melhor, é religião, aceita-se ou não.
      um abraço

  • Raul Gottlieb

    14/03/2014 at 20:35

    Tá bom, não vou pedir para explicar melhor. Eu entendi o que você quis dizer: “O Pai, o Filho e o Espírito Santo” em conjunto são Deus. Mas então Jesus não é “um deus”, mas uma parte do Divino.

    O guia do filme fala (se lembro bem, não revi o filme agora) que o cristãos “aceitam Jesus como deus”. Eu penso que, independente do conceito de trindade que você explicou, o nosso amigo guia tem que se certificar se ele pode mesmo falar assim. Eu nunca ouvi um cristão falar que Jesus é deus.

    Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Vai que ele pega um cara entendido do lado de lá do balcão?

  • rosana

    10/09/2016 at 20:02

    ja estive em israel algumas vezes e quem sempre me atende e o guia sergio rushansky, brasileiro e mora em israel a 40 anos, ele torna tudo magico e incrivel nos levando a lugares que [e impossivel se descobrir sozinhos. Ele inclusive hospeda viajantes em sua propria casa na galileia de onde tem uma vista incrivel pro mar da galileia. experiencia unica e encantadora. deixo aqui o site dele se tiverem interesse em viver o melhor de Israel. http://www.guiaturisticoemisrael.com.br

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