Rabinato – Exército – Procurar título melhor – estou com falta de ar

Excepcionalmente, hoje, a coluna normalmente escrita por Gabriel Paciornik não será integralmente publicada. Paciornik foi visto sentado num banco de praça, em estado catatônico, e se encontra agora internado em uma clínica de recuperação. Rascunhos do que, eventualmente, viriam a ser sua coluna de hoje serão publicados na forma em que foram encontrados em seu computador.

O General Gadi Eizenkot, chefe das forças armadas de Israel, anunciou ontem o nome do novo chefe da Autoridade Rabínica do Exército (checar por que diabos, em 2016, o exército tem um resquício medieval desses levado tão a sério). O novo Rabino militar Rabino militante Chefe do Rabinato Militar será Eyal Karin.

Eyal Karin foi professor na Yeshiva (academia rabínica) Ateret Yerushalayim, no bairro muçulmano na cidade velha de Jerusalém (checar se é isso mesmo, e por que há uma yeshiva no bairro muçulmano da cidade velha de Jerusalém). ←- Ver se não é porque é ligado a ONG Ateret Cohanim, movimento para judaizar Jerusalém oriental. Ver se isso é relevante para o texto para o exército para a vida.) Rabbi Karin, como seu antecessor, Rafi Peretz, é um entusiasta da Unidade para Consciência Judaica (alô, pessoal da edição, estou delirando aqui? Isso existe?) que tem o objetivo de incutir nos soldados o espírito de luta bíblico (nota para mim: checar se o gás está vazando. Estou me sentindo meio tonto).

O Rabbi Karin, anos antes, foi perguntado a respeito de um verso bíblico que permite autoriza incentiva o soldado a estuprar uma mulher bonita em batalha. O rabino respondeu: “Apesar de a fraternização (checar para ver se “fraternização”, no sentido bíblico, significa estupro) com não judeus ser uma coisa má (checar DE NOVO, para ver se “fraternização” foi a palavra que ele usou) ← foi sim!!!! é permitido durante a guerra devido à dificuldade que passam os soldados. Como o sucesso coletivo é de maior importância durante uma batalha, a Torá autoriza o indivíduo a satisfazer sua luxúria pelo sucesso coletivo.” (nota para edição: sim, ele usou a palavra luxúria para falar de estupro).

O Rabino se desculpou explicou apenas 10 anos depois, quando houve oposição à sua volta ao exército. As medievais controversas posições do recém indicado não se atém ao que soldados podem fazer (mudar para fraternizar?) com mulheres inimigas goyas não-judias bonitas. Em um outro comentário, o rabino foi contra o ingresso de mulheres no exército por conta de falta de vergonha recato.

(checar se o site do jornal não foi hakeado por algum piadista. Checar se há alguma notícia a respeito do ISIS se infiltrando no exército. Checar o gás aqui em casa, de novo)